quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Cálculo Financeiro

Na contratualização de um empréstimo deveremos estudar o custo do empréstimo ao longo da sua vida. Este deve ser objecto de estudo e encontrar a melhor forma de financiamento a um custo mais baixo no mercado. A oferta é muita e, muitas habilidades são feitas na sua contratualização, desde, custos iniciais do processo, as comissões etc.

Deixo-vos uma folha de cálculo para permitir simular os empréstimos, leasings, ou outras formas de financiamento com a possibilidade de permitir amortizações extraordinárias.

Para quem gosta fazer compras na internet e fora do mercado Europeu, deixo uma folha de cálculo para simular as taxas de câmbio e com actualizações directas ao Banco de Portugal.

Folha de Cálculo: http://www.box.net/shared/c8n0li61qd

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Projecto de Investimentos

No momento do lançamento de uma nova empresa ou um investimento em activos, é necessário elaborar o plano de investimento e o plano de financiamento, de modo a fazer estimativas sobre a actividade a desenvolver, novo produto/Serviço ou expandir a actividade.

Assim, é preciso proceder a um estudo económico e a um estudo financeiro para perceber as dificuldades da implementação do projecto e contribuir para auditar as diferentes etapas do projecto. Mais uma vez, a ferramenta de gestão é essencial para acompanhar o projecto e fazer as correcções necessárias e, uma das ferramentas a usar são: Microsoft project, Excel e outros sistemas de informação.

Caracterização do Projecto:

  1. Objectivos
  2. Impacto do projecto na actividade da empresa
  3. Justificação da localização escolhida
  4. Financiamento do projecto Fundamentação das fontes de financiamento

Estudo Financeiro:

  1. Um orçamento previsional de tesouraria.
  2. Um orçamento previsional financeiro
  3. Um balanço previsional
  4. Uma conta de exploração previsional

A folha de cálculo que vos apresento, contém um pouco para a elaboração de um projecto de investimento mas muito mais podem fazer, e uma das coisas que aconselho é usar estimativas para ver os impactos que estas podem ter na rentabilidade do investimento.

Folha de cálculo: http://www.box.net/shared/vunx8mdakh

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ajudas de Custo

Nos termos da Circular da DGCI nº 12/91, podem, porém, os valores das ajudas de custo fixadas para os membros do Governo servir de referência e ser abonadas, por entidades não públicas, aos colaboradores que exerçam funções e ou aufiram remunerações que não sejam comparáveis ou reportáveis às dos funcionários públicos. Estes, os subsídios de viagem e de marcha não estão sujeitos a IRS nem a TSU na parte em que não excedam os seguintes limites legais, iguais aos montantes fixados para os funcionários públicos.

OBS: São também tributadas autonomamente e aceites como custo desde que, as despesas relativas a ajudas de custo e com compensações ao trabalhador pela deslocação em viatura própria ao serviço da entidade patronal, não facturadas a clientes, apresente um mapa através do qual seja possível efectuar o controlo das deslocações a que se referem aquelas despesas, designadamente os respectivos locais, tempo de permanência, objectivo e, no caso de deslocação em viatura própria do trabalhador, identificação da viatura e do respectivo proprietário, bem como o número de quilómetros percorridos.


Folha de Cálculo das Ajudas de Custo: http://www.box.net/shared/pdidgct02z

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

IRC

Uma das tarefas mais trabalhosas na contabilidade é o fecho de contas. Porém, para simplificar o fecho teremos que estruturar o plano de contas de modo a que estas sejam identificaveis para deduzir, acrescer ao quadro 07 do modelo 22 e, tributar alguns gastos em conformidade do artigo 81º do CIRC.

O excel é uma ferramenta poderosa que permite linkar as bases de dados e simplificar todo o processo do apuramento do imposto. Abaixo deixo uma link de uma folha de calculo para o ajudar no processo do apuramento do imposto.


Algumas particularidades para 2009:

Taxas art. 80º nº 1 CIRC

Escalões de tributação
12,5% Até 12 500 € 25,0% Superior a 12 500 €

Nota: O quantitativo da matéria colectável, quando superior a € 12 500, é dividido em duas partes:
uma igual ao limite do 1.º escalão, à qual se aplica a taxa correspondente; outra, igual ao excedente, a que se aplica a taxa do escalão superior.

Taxa de 12,5% não é aplicável Taxas art. 80º nº 7 CIRC quando :

1 - Em consequência de operação de cisão ou outra operação de reorganização ou reestruturação empresarial, concretizada a partir de 1 de Janeiro de 2009, uma ou mais sociedades envolvidas venham a determinar matéria colectável não superior a € 12 500;

2 - O capital de uma entidade seja realizado, no todo ou em parte, através da transmissão dos elementos patrimoniais, incluindo activos incorpóreos, afectos ao exercício de uma actividade empresarial ou profissional por uma pessoa singular e a actividade exercida por aquela seja substancialmente idêntica à que era exercida a título individual.

3 - Aos sujeitos passivos de IRC com sede, direcção efectiva ou estabelecimento estável em território nacional, que beneficiarem de taxas especiais ou reduzidas é permitido optarem pela aplicação das taxas constantes do n.º 1 do artigo 80.º do Código do IRC. Taxas – Regime excepcional art. 59º

4 - A opção referida no número anterior é exercida na declaração periódica de rendimentos (Modelo 22),


Folha de cálculo: http://www.box.net/shared/ye1xg2so92